Arquivo para dezembro, 2010

Concurso Fórum SN! Brasil Rock’n Roll

Mais um tema que fez sucesso no fórum do Second News! Brasil… entre, participe e vote!

 

 


Hoje é o rezzday dela…

Lotus Mastroianni, eu pago um pau pra você!!! Feliz rezzday, saiba que te amo muito.

 


Mad Ninjaz

Fico tão feliz quando encontro lugares assim e mais uma vez fui surpreendida por uma land maravilhosamente bem construída, merece todos os superlativos. A atmosfera diferente devido à cupula torna o lugar verdadeiramente especial, com um céu de cores únicas. Parabéns aos criadores. E para quem curte fotografar, pode fazer rezz de balls de poses e animações. Melhor impossível! Teleporte aqui!


Novo líder do Second Life: Rod Humble Torna-se CEO da Linden Lab

Visionário da indústria de games e MMO para trazer nova vida ao Second Life


SAN FRANCISCO – 23 de dezembro de 2010 – Linden Lab ®, criadora do mundo virtual 3D Second Life ®, anunciou que Rod Humble tornou-se o novo CEO da empresa. Rob Humble era vice-presidente executivo na Eletronic Arts.

Humble possui 20 anos de carreira na indústria de desenvolvimento de jogos e trabalhou em mais  de 200 jogos.  Em sua mais recente posição da Electronic Arts, Humble dirigiu o selo EA Play, que inclui o best-seller de franquia de jogos de PC de todos os tempos, The Sims. Em 2009, ele foi classificado em #2 na lista anual dos 100 maiores desenvolvedores de games da publicação especializada em games Edge.

Antes de trabalhar na Electronic Arts, Humble era vice-presidente de Desenvolvimento de Produto da Sony Online Entertainment para o jogo multiplayer online (MMOG), EverQuest.

“Rod é um grande líder novo para a Linden Lab”, disse Philip Rosedale, fundador do Second Life. “O Second Life tornou-se um negócio consistente, grande e rentável, com uma economia virtual próspera construída juntamente com a sua comunidade de residentes apaixonada. O Second Life sempre foi visto com uma visão grande a longo prazo, ainda é cedo e há enormes oportunidades de crescimento. Com a profunda experiência em criar e liderar o desenvolvimento da diversão e entretenimento que atraíram usuários de forma massiva, Rod é o líder certo para entender o que nos torna especiais e trazer uma nova era de crescimento para o Second Life”.

“Juntar-me a Linden Lab é uma oportunidade muito interessante”, disse Humble. “Eu tenho um interesse de longa data no modo como as comunicações evoluíram em novas formas e Second Life é único: Os residentes e desenvolvedores do Second Life tem construído algo muito especial. É uma honra integrar a talentosa equipe da Linden Lab para ajudar a expandir novas fronteiras.”


Second Life é vício?

O que faço eu aqui em pleno dia de natal escrevendo para vocês? Será que sou uma viciada? ou apenas uma pessoa que adora escrever e filosofar sobre tudo? Eu deveria estar dormindo agora depois de um almoço de natal daqueles, mas preferi escrever e depois vou andar e correr aproximadamente 5KM para diminuir o estrago causado ontem e hoje, depois ainda vou fazer um jantarzinho especial com vinho (minha nova paixão) e receber visitas. :D

A uns dias atrás um psiquiatra RL que foi um conhecido casamenteiro no Second Life durante anos afirmou que o Second Life é um vício numa matéria de um jornal famoso. Essa afirmação pode ser num primeiro momento repudiada pela maioria daqueles que tem uma segunda vida ativa (inclusive por mim) mas não deixa de ser um bom assunto para debate. E lá vai eu pensar e repensar o assunto, e chegar à conclusão de que não existe conclusão a respeito, ou será que existe? Mas ainda posso mudar de ideia. Quando penso em vício me vem naturalmente à mente a definição recebida na minha formação acadêmica e penso basicamente na dependência química e biológica normalmente causada por substâncias químicas. Pesquisando um pouco mais vejo que vai além disso, pois a psicologia comportamental também tem a sua definição do que é vício: Vício seria uma falha ou defeito, hábito repetitivo que degenera ou causa algum prejuízo ao viciado e aos que com ele convivem. Seu oposto é a virtude.

“A virtude é quando se tem a dor seguida do prazer; o vício, é quando se tem o prazer seguido da dor”.

Seria o Second Life um vício? Pelo menos na minha concepção,  sim e não. É impossível não imaginar que uma pessoa que passa 24 horas no dia conectada não esteja exagerando e que esta permanência não esteja trazendo prejuízos à sua vida e à vida das pessoas que a cercam. Isso colocaria o Second Life na definição do que é vício, correto? Eu tenho contatos na minha lista de amigos (talvez uma meia dúzia, não mais do que isso) que estão o dia todo conectados! Seja de manhã, de tarde, de noite ou de madrugada, seja natal ou ano novo, elas estão sempre online. Você entra no dashboard no site do Second Life e elas estão ali, sempre online. Por outro lado, a grande maioria dos cerca de 130 contatos (graças a Deus) entra ocasionamente, passa poucas horas conectada, e muitos deles ficam dias e até semanas sem conectar  – tem suas vidas, trabalho, estudo, família e o Second Life é um lazer, passatempo.

Mas aí está o outro lado da moeda: penso eu que essas pessoas que estão “viciadas” em Second Life, se não estivessem “viciadas” em Second Life provavelmente estariam viciadas em outros hábitos. E assim como o Second Life pode se tornar um hábito viciante, outras atividades também podem, até mesmo atividades consideradas virtudes como o trabalho e esportes.

Por que eu repudio a afirmação do Marcio Moo mesmo ele dando carteirada de que teria conhecimento suficiente para afirmar isso? Que audácia a minha… rsrsrs O fato é que sou totalmente contra a criação do estereótipo já bastante difundido de que “Second Life = vício”. Não tem nada que me irrite mais do que esta afirmação. Pois isso gera preconceitos e constrangimentos. As pessoas que utilizam o Second Life de forma ocasional e que felizmente são a grande maioria passam a ser objeto de preocupação muitas vezes desnecessária. Coloca-se no mesmo patamar Second Life e drogas. Ainda assim, conto com a opinião de vocês, que pode ser contrária à minha e espero que este post seja objeto de um debate bacana e que possamos todos aprender.


Barraco X Cyberbullying

Em tempos de internet, muitas coisa mudou em termos de relacionamentos, e nem é preciso ser sociólogo, antropólogo ou psicólogo para perceber. Quem nunca discutiu numa comunidade no orkut que atire a primeira pedra. Ainda recordo dos meus tempos de noobie no orkut, lá por 2005, e com uma pitada de ingenuidade até, eu ficava indignada com a comunidade “Eu odeio o Uno Mille” e sendo proprietária de um Uno Mille, me sentia super ofendida e ia lá brigar com os caras. Hoje dou até risada dessas discussões. Recordo bem dos diversos barracos e expulsões que sempre aconteciam nas comunidades de astrologia que eu frequentei por muito tempo. Aprendi bastante com isso. Ainda ontem cometi um equívoco em uma comunidade onde eu abri um tópico institucional para um cliente real e cometi um engano sério ao interpretar erroneamente o comentário de um dos participantes, o que foi contornado com simpatia e humildade, felizmente. A diferença é que na vida real, brigamos, xingamos, esperneamos e esquecemos (ou não, depende do quanto a memória é boa). O fato é que desde que o ser humano existe, há barracos e discussões. Desde que o ser humano começou a se relacionar socialmente, opiniões divergentes e interesses em conflitos podem gerar confusões.  E sempre, sempre, vai haver alguém nessas comunidades e no meio virtual que simplesmente você não engole, seja por achar que essa pessoa tem um comportamento inadequado dentro dessa comunidade ou seja porque seus santos simplesmente não bateram. Antipatias acontecem a todo momento, isso é super natural.

Gostaria ainda de esclarecer o significado de 2 termos bem importantes para chegar onde eu quero:

  • Cyberbullying: forma de violência, vem de bullying (palavra do inglês que pode ser traduzida como “intimidar” ou “amedrontar”). Sua principal característica é que a agressão (física, moral ou material) – é sempre intencional e repetida várias vezes sem uma motivação específica. Mais recentemente, a tecnologia deu nova cara ao problema. E-mails ameaçadores, mensagens negativas em sites de relacionamento e torpedos com fotos e textos constrangedores para a vítima foram batizados decyberbullying.
  • Discussão: s.f. O ato de discutir. Investigação da verdade pelo exame de razões e provas que se oferecem pró e contra. Questão, polêmica, controvérsia, debate.

Você pode ainda chamar discussão de barraco – a palavra é feia, mas acontece.

O que me motivou a escrever este post foi ser supreendida (e muito!) ao me deparar com uma matéria publicada ontem em um site de grande circulação nacional de um jornal dos mais conceituados  e poderosos do Brasil, onde uma pessoa que participava ativamente de um fórum onde sempre participamos, arrumava confusão com todo mundo lá e não tinha a menor cerimônia em dizer de forma sempre direta e rude o que pensava, banca a vítima dizendo que uma de suas amigas foi “vítima de cyberbullying” no fórum. Não quero nem levantar a questão do que foi essa discussão, ocorrida a mais de um ano atrás e de quem teve ou não razão, de quem xingou primeiro e quem xingou depois… simplesmente quero deixar uma reflexão para todos nós: devemos cuidar e muito com o que fazemos na rede, e da mesma forma devemos ter tanto cuidado como temos nas nossas vidas reais na escolha de nossos amigos. É difícil saber se do outro lado há uma pessoa normal e equilibrada ou uma pessoa louca. Desculpem o desabafo, mas tenham cuidado na hora de brigar por ai nos fóruns, porque você corre o risco de qualquer dia ser mencionado publicamente e injustamente – ou não.


É hora de dizer Feliz Natal!

Eu estava pensando sobre o que falar aqui e cheguei à conclusão de que tudo o que eu dissesse soaria clichê.  Pois bem, que assim seja. A alguns dias atrás um contato no msn escreveu uma frase mais ou menos assim: “não se esqueçam do verdadeiro sentido do natal, seus ogros consumistas!” e eu questionei para ele qual seria o verdadeiro sentido do Natal. Ele me falou sobre o nascimento de Jesus Cristo, sobre o fato de que o Natal serve para nos lembrar de que devemos ser pessoas melhores. Engraçado que parece que somente no Natal as pessoas se lembram da existência de asilos e orfanatos e saem distribuindo panetones, cestas básicas e presentes, e ainda assim nem todas, pois a maioria só está preocupada com a ceia farta e os presentes. Independente de religião, conheço bem esse cara ai, o tal Jesus Cristo, já dei aula sobre Ele, inclusive. As pessoas que são mais próximas de mim sabem que hoje sou praticamente agnóstica, mas independente de fé, independente de ser católica, protestante, macumbeira, atéia ou judia, acredito que os ensinamentos deixados por Ele servem para todos nós. Ao contrário do velho testamento que nos impõe várias regras e leis, Jesus Cristo deixou apenas uma lei: “ame ao teu próximo como a ti mesmo”. Você não precisa ser hipócrita e ficar afirmando que ama a todos indistintamente, mas você pode tratar a todos como gostaria de ser tratado. Em todos os dias do ano, e não somente no Natal, você pode exercer o respeito, empatia, compaixão e generosidade. Você não precisa nem ser rico para ser generoso, pode doar sangue – é de graça, pode se cadastrar no banco de doadores de medula óssea e salvar uma vida… Você pode ser menos preconceituoso e mais tolerante também com quem é diferente de você, que tal?

Esta é a minha mensagem, fiz até cartãozinho para vocês… queridos amigos e leitores façam de todos os seus dias natais de verdade!


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